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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Save Point III: Zombies from hell

Olá queridos Nerds,

Espero que o final de semana de vocês tenha sido boa, com diversão. Eu e o Alexander estamos trabalhando muito para deixar o blog foda para todos.

Está sendo muito interessante trabalhar com a história da Felícia, e espero também que vocês estejam gostando. Claro que todo esse trabalho esta sendo feito com uma equipe de alto gabarito.

Para quem não leu, segue a primeira parte Save Point II: Zombies from Hell.

     No último episódio Felícia e um grupo de aventureiros começaram a encontrar diversos mortos-vivos. Após um dos integrantes chutar uma mesa em que três esqueletos olhavam, as criaturas se levantaram prontos para atacar ...


       As criaturas empunharam suas espadas e começaram a atacar o pistoleiro. Eu e o cavaleiro corremos para defender nosso amigo e com golpes furiosos acertamos as criaturas, porém a peleja ainda estava começando e as criaturas logo se levantaram. 



- Vocês devem atingir a cabeça deles - gritou o clérigo. 


- Porque não avisou antes? – respondi com um sorriso no rosto. 

       O pistoleiro logo sacou uma arma de cano duplo e com um tiro certeiro derrubou uma das criaturas. O cavaleiro tentou em vão acertar o monstro a sua frente, enquanto eu, em uma disputa de forças, cravei meu machado na cabeça do meu alvo. O pistoleiro logo carregou sua arma e fez outro disparo, visando o inimigo do cavaleiro, porém este se esquivou e avançou contra sua presa. Este último parecia um pouco diferente, mas ainda era um simples esqueleto. O morto vivo investiu contra o cavaleiro e o golpeou na altura dos ombros. Lâminas se chocaram e com uma rapidez de reflexos, o cavaleiro deu um contra golpe na cintura do seu adversário, cortando-o ao meio. Triste fim teve aquela criatura ao perceber que sua cabeça estava na linha do meu machado.


       O clérigo novamente analisou o local para saber se ainda havia algo de suspeito, porém não encontrou nada. Saímos da estalagem e depois de procurar mais focos de energia, o clérigo apontou para três locais distintos. 



       Eu e mais uma humana partimos em direção a uma casinha rústica. No primeiro andar não havia nada, apenas móveis velhos e parcialmente destruídos. Algumas armas meio velhas enfeitavam uma das paredes. Subimos as escadas com pequena dificuldade por estarem bastante gastas e quando chegamos ao segundo andar vimos uma mesa coberta por teias. Acendi uma tocha eu coloquei fogo. Uma aranha quase do meu tamanho - e eu tenho 1,80 - surgiu debaixo da mesa e atacou a humana; para protegê-la, ataquei a criatura e com uma investida certeira cortei-a ao meio. 


- Você está bem humana? 

- Sim, não se preocupe. Obrigada. 

       Procurei ao redor da sala em busca de algo para curar a menina, mas encontrei apenas duas garrafas de vinho, da melhor qualidade. 

- Gosta de beber humana? 

- Sim, sim. Mas não deveríamos ajudar os rapazes? 

- Fique calma, eles são homens e sabem lutar também. 

       Abrimos as garrafas e brindamos. Aquele breve descanso me fez recuperar alguma energia. 

      Corremos até o local onde os rapazes estavam, mais uma casa velha, e eles estavam à frente do local juntamente com o clérigo que já analisava o lugar a procura de mais coisas malignas. 

- Falta apenas mais um local, onde a concentração desta força negra é maior. - disse o clérigo apontando para um celeiro. 

       Corremos até o local e não havia nada de importante, era um celeiro comum e abandonado, havia muito feno podre, alguns equipamentos de jardinagem e uns poucos animais mortos. Aquele cheiro pútrido tomava conta dos ares e o clérigo começou uma busca mais profunda, revirando cada canto do lugar. 

- FECHEM AS PORTAS ! - gritou o pistoleiro - ESTOU VENDO UMA ORDA DE ZUMBIS CHEGANDO! 

       Com uma concentração sem igual, o clérigo fechou os olhos e deixou seus poderes agirem, enquanto os inimigos se aproximavam cercando o celeiro. Fiquei sem saber o que fazer ou quem ajudar, quando o clérigo abriu os olhos e apontou para um canto ao alto. Corri junto com o cavaleiro em direção ao ponto e encontramos uma arca ornamentada com pedras preciosas e brilhando com uma escrita estranha ao seu redor. 

- Tem muita energia maligna vindo desta arca, melhor abrir para verificar - disse o clérigo já preparando suas preces. 

       Enquanto a cavaleiro corria para fechar as portas, fui ajudar o estranho clérigo a abrir a arca. Ele me pediu para segurar a arca com toda força e começou a ler um pequeno pergaminho. Logo a arca começou a tremer, como se estivesse viva e recusando a magia. Segurei mais forte e senti uma energia maligna emanar de dentro, me deixando um pouco tonta. Quando estava quase sem forças, nosso companheiro dos deuses terminou sua oração e a arca ficou quieta novamente. Abrimos e dentro havia apenas uma esfera negra. 

- Precisamos destruir este objeto! – o clérigo havia mudado totalmente suas feições, contraindo um medo terrível em relação aquela bola de energia. 

- Entrega pra mim que eu destruo essa m*** - digo, já com o machado em mãos. 

- Preciso de ajuda! - gritou novamente o pistoleiro. Logo percebo o barulho daqueles monstros se aproximando e mudo meu foco de atenção. 

       Coloquei-me ao seu lado e ambos começamos a atirar nos zumbis, porém apareciam mais e eles começaram a bater nas paredes. Durante umas duas horas o terror continuou. Alguns zumbis invadiram pelas janelas e a briga se estendeu para dentro, até aparecer duas espadas ou algo do gênero rodando e abrindo uma passagem entre as criaturas. 

       Quando aquela dança da morte parou, um moreal pulou e caiu bem na minha frente. Aquele ser carregava duas espadas curtas com várias runas. Ele parecia muito uma raposa e também tinha diversas runas em seu corpo. Caminhou até onde o restante do grupo estava e se dirigiu ao clérigo que protegia a esfera. 

- Olá amigos, vejo que estão com um grande problema em mãos. 

- Pode nos ajudar nobre guerreiro? - disso o clérigo suando frio. 

- Mais é claro, caro amigo - disse o moreau fazendo uma reverência. - A noite está quase no fim, mas primeiro devo ilustrar vocês sobre está esfera maligna. 

       "A muito tempo um grande bruxo a serviço de um rei foi expulso por usar magia proibida. Este bruxo alimentou a sua raiva e gerou uma vontade grande de mostrar seu conhecimento ao mundo. Logo sentiu o desejo de dominar os seres inferiores do mundo e criou essa esfera para comandar um exercito de mortos vivos, imbuindo parte de sua energia vital na esfera, que tornava essas criaturas extremamente fortes. O único porém deste instrumento, era o fato de seu poder se esvair ao amanhecer, por isso os ataques eram feitos apenas a noite. 

       Foi após um desses ataques que, ao perceber o poder daquele mal diminuindo ao se aproximar o amanhecer, um bravo cavaleiro matou o bruxo e guardou o maligno objeto em um local seguro e escondido, mas pouco tempo depois este objeto desapareceu sem deixar rastros." 

- Então todos os acontecimentos de hoje se devem a essa pequena esfera? - perguntou a humana. 

- Sim, bela senhorita. - elogiou o moreau - logo vai amanhecer e vocês poderão destruí-la. 

       Não tivemos que esperar muito para o nascer do sol, no momento em que a esfera parou de brilhar pude ter o gosto de destruir o objeto. Recolhemos os pedaços e enrolamos em um pano. O moreau nos instruiu a purificar o objeto em uma vila próxima. Saímos do galpão seguindo para o vilarejo de Tanfo.

Por hoje é só meus queridos. Daqui quinze dias sai a nova aventura de Felícia e seus companheiros na cidade de Tanfo.

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